Evolução mensal das dívidas #14 (31 de Maio de 2019)

Inserir pedido de desculpas habitual pela ausência de posts. 🙂 Mais uma vez: trabalho, nenhum tempo para ler (muitas das ideias de temas para posts vêm daí), falta de tempo e ideias para escrever, etc..

Anyway…

(valores ligeiramente arredondados, como sempre.)

  • Cartões de crédito: 0€ (igual ao mês anterior)
  • Créditos: 27930 (menos 255€ que no mês anterior)

Total em dívida: 27930.

Evolução desde o fim de Abril: menos 255€.

Além de serem 17 meses seguidos de redução de dívidas, é a primeira vez que as mesmas descem abaixo de 28000€. É um princípio. 🙂

Gráfico:

Evolução das dívidas - Maio de 2019

 

2 comentários em “Evolução mensal das dívidas #14 (31 de Maio de 2019)”

  1. Era interessante fazer algo do estilo “No More Harvard Debt” e tentar ver num ano quanto conseguia abater a divida.

    Abraço

    1. Olá. Isso é que era. 🙂 Mas, como escrevi na altura, há várias razões, algumas delas relacionadas com a minha idade, que me impedem de fazer algo de forma tão “hardcore”. Por exemplo, não me estou a ver a arranjar 2º emprego (com 44 anos, o 1º já chega bem…) ou a alugar quartos da minha casa a completos estranhos.

      O que podia fazer seria algo mais modesto, como cancelar a experiência Acumulação vs. Investimento durante vários anos, não só levantando o que já tenho poupado/investido, como usando os 200-300€ que aplico mensalmente para essas coisas para tentar acabar com os créditos mais cedo. O crédito mais pequeno não seria problema — aliás, o dinheiro que tenho poupado e investido já o pagaria –, mas para o grande ainda seriam precisos… uns 90 meses se o crédito não baixasse, mas como também o vou pagando, seria talvez metade disso (uns 3-4 anos). Não é uma má ideia, mas acho que para já vou manter o que estou a fazer, esperando que o efeito composto dos investimentos acabe por compensar mais a longo prazo. Talvez use, sim, as poupanças para pagar o crédito pequeno.

      E, claro, vou continuar a procurar/tentar inventar formas de aumentar os rendimentos, o que ainda é, na minha opinião, o mais importante. 🙂 Só faltam ideias… A ver se no verão ponho a leitura em dia e aparecem algumas. 🙂

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