Acumulação vs. Investimento: mês #6

Meses de acumulação e investimento: 6

Acumulação: 100%

Investimento: 104.02%, dos quais 0.97% são resultado de dividendos, e que já excluem 0,09% (do valor total dos investimentos) retirados por tarifas do ETFmatic.

Gráfico:

Acumulação vs. Investimento: mês #6

Tudo normal. Não parece excitante, mas, mais uma vez, lembro que, ao contrário do que uma linha horizontal sugere, ambos os valores crescem todos os meses (por investir e poupar). Espero obviamente que não seja necessário, mas se neste momento precisasse de dinheiro urgentemente, se vendesse os investimentos e levantasse as poupanças já teria algo vagamente palpável. 🙂

Já agora, o ETFmatic não é a totalidade dos meus investimentos (se bem que é quase — os outros ainda estão muito pequenos). Talvez depois fale disto em detalhe, mas, muito por alto, um deles é em bitcoins — quero usar isto para fazer umas experiências com bots de compra e venda, programados por mim –, e o outro são alguns ETFs na DeGiro (“ETFs”, plural — estou ainda a estudar em qual investir “a sério”, e possivelmente vendo os outros nessa altura. Incidentalmente, isto lembra-me que um dia destes tenho de escrever um post sobre os ETFs distribuirem ou acumularem os dividendos, já que isto será importante aqui).

Evolução mensal das dívidas #15 (30 de Junho de 2019)

(valores ligeiramente arredondados, como sempre.)

  • Cartões de crédito: 75€ (mais 75€ que no mês anterior)
  • Créditos: 27670€ (menos 260€ que no mês anterior)

Total em dívida: 27745.

Evolução desde o fim de Maio: menos 185€.

Mais uma vez, é natural ocasionalmente ter usado algum saldo do cartão de crédito no último dia do mês — o importante é que é sempre tudo pago a 100%, e por isso nunca pago juros (nem gasto dinheiro que não tenho).

De qualquer forma: 18 meses seguidos a reduzir dívidas. Yay! 🙂

Gráfico:

Evolução das dívidas - Junho de 2019

Não, não há ali nenhum erro — a dívida do cartão de crédito é tão pequena, relativamente ao resto, que não se vê. 🙂

Cenas dos próximos capítulos

Já sei, já sei, falta de posts. 🙂 Estive as últimas 2 semanas de férias (e acabei mais uma volta ao Sol), mas agora estou de regresso, e por isso vamos a ver se animamos isto um pouco, OK? 🙂

Só para (espero eu) abrir o apetite, o que se segue inclui:

  • os posts obrigatórios do histórico de dívidas (em atraso, o mapa de responsabilidades já saiu há algum tempo) e da poupança vs. investimento. Estes devem sair, ambos, amanhã (31 de Julho);
  • acabei (entre outros, de ficção, que não são relevantes para aqui) um livro nas férias, e estou quase a acabar outro, e ambos terão posts. O primeiro é mais sobre desenvolvimento pessoal (e foi escrito nos anos 50), sendo o segundo (publicado no início deste ano) mais virado para a independência financeira;
  • um post sobre a questão “eu não me quero reformar antecipadamente mesmo que tivesse dinheiro para isso; eu gosto do meu trabalho, e/ou preciso de me sentir útil, e/ou acho que me iria aborrecer rapidamente“;
  • (mais) um post com ideias/possibilidades para aumento de rendimentos, rendimentos passivos, etc.;

Estou também, é claro, aberto a sugestões. 🙂 É só comentarem neste post, por exemplo.

Acumulação vs. Investimento: mês #5

Com um dia de atraso… era suposto ser no último dia de cada mês, o qual foi ontem, mas estive o fim de semana fora. Não apontei o valor dos investimentos ontem, mas penso que não mudaram grande coisa entretanto…

Meses de acumulação e investimento: 5

Acumulação: 100%

Investimento: 101.36%, dos quais 0.23% são resultado de dividendos, e que já excluem 0,07% (do valor total dos investimentos) retirados por tarifas do ETFmatic.

Gráfico:

Acumulação vs. Investimento - mês 5

Nada de especial; a única novidade é que os investimentos voltaram a superar a acumulação, se bem que por pouco. Nada disto é particularmente “excitante” — o tempo para se ver diferenças “emocionantes” entre estas duas linhas é de anos, não de meses.  De qualquer forma, cada mês há mais dinheiro (como já mencionei num post destes, o facto de a acumulação ser uma linha horizontal dá a ideia de que isto são valores estáticos, mas na verdade ambos sobem todos os meses), o que é sempre bom. 🙂

Evolução mensal das dívidas #14 (31 de Maio de 2019)

Inserir pedido de desculpas habitual pela ausência de posts. 🙂 Mais uma vez: trabalho, nenhum tempo para ler (muitas das ideias de temas para posts vêm daí), falta de tempo e ideias para escrever, etc..

Anyway…

(valores ligeiramente arredondados, como sempre.)

  • Cartões de crédito: 0€ (igual ao mês anterior)
  • Créditos: 27930 (menos 255€ que no mês anterior)

Total em dívida: 27930.

Evolução desde o fim de Abril: menos 255€.

Além de serem 17 meses seguidos de redução de dívidas, é a primeira vez que as mesmas descem abaixo de 28000€. É um princípio. 🙂

Gráfico:

Evolução das dívidas - Maio de 2019

 

Acumulação vs. Investimento: mês #4

Meses de acumulação e investimento: 4

Acumulação: 100%

Investimento: 99.35%, dos quais 0.26% são resultado de dividendos, e que já excluem 0,05% (do valor total dos investimentos) retirados por tarifas do ETFmatic.

Gráfico:

Acumulação vs. Investimento - Mês 4

E aqui temos o primeiro mês, desde o início desta experiência, em que o valor dos investimentos está abaixo do valor das poupanças (relembro que, todos os meses desde o início, tenho posto em ambas as “caixas” determinado valor– variável mês após mês, mas obviamente sempre igual entre as duas).

O que disse em Investimento *abaixo* de 100%! Estou preocupado? mantém-se: isto é normal, é passageiro (a tendência a longo prazo é sempre subir), é explicável pelas razões que já sabemos, e até permite (quando se tem capital para isso1) comprar acções extra “em saldos” nestas alturas.

Por outro lado, claro que tem piada — mas isso não deve influenciar as nossas decisões, obviamente — olhar para as subidas e descidas mensais, como se fosse a pontuação num jogo. 🙂 A ver se para o mês que vem isto sobe acima dos 100% outra vez…

(Desculpem mais uma vez a relativa falta de posts; a razão é a mesma dos últimos tempos (trabalho e mais trabalho); a ver se isto se resolve.)