Evolução mensal das dívidas #15 (30 de Junho de 2019)

(valores ligeiramente arredondados, como sempre.)

  • Cartões de crédito: 75€ (mais 75€ que no mês anterior)
  • Créditos: 27670€ (menos 260€ que no mês anterior)

Total em dívida: 27745.

Evolução desde o fim de Maio: menos 185€.

Mais uma vez, é natural ocasionalmente ter usado algum saldo do cartão de crédito no último dia do mês — o importante é que é sempre tudo pago a 100%, e por isso nunca pago juros (nem gasto dinheiro que não tenho).

De qualquer forma: 18 meses seguidos a reduzir dívidas. Yay! 🙂

Gráfico:

Evolução das dívidas - Junho de 2019

Não, não há ali nenhum erro — a dívida do cartão de crédito é tão pequena, relativamente ao resto, que não se vê. 🙂

2 comentários em “Evolução mensal das dívidas #15 (30 de Junho de 2019)”

  1. Boa tarde,

    Estamos a falar de 2 créditos, certamente com mensalidades e prazos acordados, mas neste momento estás a pagar 260€/mês. Já te vi meses a pagar bem mais, aquando da divida do carro e cartões, não pensas em negociar/aumentar o valor a pagar para que se estingam mais depressa? Ou estás a juntar mensalmente para o liquidar de uma só vez? Ou nenhuma das duas e eu não tenho nada haver com isso 😛

    Boa continuação 🙂

    1. Olá. Estás à vontade para perguntar, e é uma boa pergunta.

      Primeiro, não estou exactamente a pagar 260€/mês; as prestações dos 2 créditos, juntas, são pouco menos de 600€. Os 260€ são o quanto as dívidas baixam, e esse valor (sem eu fazer nada) vai aumentando um pouco todos os meses, já que no início dos créditos as prestações vão quase totalmente para pagar juros, mas com o passar do tempo vai uma parte cada vez maior para a redução do valor em dívida propriamente dito. No caso do crédito “pequeno” (de 3 anos, começado em 2017), já vai mais para reduzir a dívida do que para juros. O crédito “grande” (iniciado em 2016) ainda não está nesse ponto (actualmente só uns 40% vão para reduzir a dívida, sendo os outros 60% para pagar juros — como disse, essa balança vai “melhorando” com o passar do tempo, e, se não fizer nada para alterar isso, calculo que daqui a 2 anos fica em 50-50).

      Mas acho que a tua questão não é tanto essa, mas sim: se no passado já reduzi dívidas em valores muito mais elevados por mês, quando tinha dívidas em cartões de crédito e/ou estava a pagar o carro (houve meses em que as baixei em 700, 800, até >1000€ uma vez, se bem que foi em mês de subsídio de Inverno), então quer dizer que consigo fazer melhor, e então porque é que não o faço?

      Em parte, sim, é por estar a usar o dinheiro a mais para várias coisas: a experiência Acumulação vs. Investimento, por exemplo, bem como outros pequenos investimentos mencionados no último post. Eu podia, por exemplo, vender parte dos investimentos e pagar o crédito “pequeno” amanhã, mas queria evitar fazê-lo — o que pago para ele não é muito, e o que poupava em juros se o fizesse já seria relativamente pouco, pelo que neste momento prefiro ver os investimentos continuar a crescer. Espero é fazê-lo com as poupanças (passando aí o valor delas, na experiência, a ser fictício — mas não altera o resultado, já que elas não rendem nada), mas as mesmas ainda não chegam, e, de qualquer forma, mesmo quando chegarem, não queria deixá-las a zero, pelo que queria acumular mais um pouco.

      Relativamente ao crédito “grande”, obviamente ainda estou longe de acumular uns 26000€, pelo que um pagamento total está, para já, fora de questão. Quanto a amortizações parciais, admito que sei pouco sobre o assunto, mas acabei de pôr a questão à empresa de crédito, para ver como funciona e se compensará (ou em que casos).

      Se isso não compensar/fizer sentido, então para já o plano é: juntar mais algum dinheiro para pagar o crédito “pequeno”, e depois juntar (idealmente aumentando bastante os rendimentos, entretanto) para eventualmente pagar o “grande” de uma vez. Mas isto ainda deve ser coisa para anos…

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