De regresso das férias…

Pois, devia ter avisado que ia de férias antes das mesmas, não é? 🙂 Foi só uma semana (mais a sexta-feira anterior, dia 5 de Outubro), por isso não levei PCs e afins (a ideia era mesmo, mesmo, mesmo descansar, e acho que obtive sucesso nesse aspecto), pelo que não deu jeito estar a fazer os posts dos “gastos semanais”. Ainda não sei se faço os das duas semanas em atraso, ou se os salto… provavelmente esta segunda hipótese.

Entretanto, tenho de ver se arranjo ideias novas, relativamente a coisas sobre as quais escrever aqui… (Estou sempre aberto a sugestões, já agora.)

4 comentários em “De regresso das férias…”

  1. Bem-Vindo! Por acaso senti a sua falta 🙂
    Deixo uma pergunta: na sua opinião apostar em acções/obrigações/ fundos de investimento vale a pena?
    Estou a tentar ver outras possibilidades de rentabilizar o pouco que tenho e tenho lido sobre o assunto…

    1. Obrigado. E é “tua falta”, não “sua falta”. 🙂

      Quanto à questão de investimentos, já tínhamos falado por alto disso nos comentários deste post. De resto, sem ser algumas experiências que já fiz (ETFmatic, DeGiro, etc.), e que não fizeram grande diferença (não perdi dinheiro, mas também não ganhei nada “palpável” — mas foram só experiências, as quantias foram minúsculas, e a duração foi de poucos meses, por isso não dá para tirar nenhuma conclusão daí), os meus conhecimentos sobre investimentos ainda vêm mais de ler outros blogs e livros, como este. A “filosofia” de investimento actualmente sugerida pela maioria da comunidade de Independência Financeira é que uma pessoa se restrinja a “index funds” o mais abrangentes possíveis (ex. o S&P500, ou mesmo a totalidade do mercado de acções de determinada zona geográfica (EUA, Europa, etc.), ou até mesmo o planeta inteiro), em vez de tentar escolher acções individuais e/ou ir para fundos geridos manualmente (por indivíduos ou empresas que não só cobram bastante pela gestão do fundo, como a longo prazo acabam em geral por fazer pior que a média do mercado). “Index funds” também são, supostamente, invulneráveis a “crashes” da bolsa — só se poderia perder todo o dinheiro se deixasse de haver bolsa. (Isto é diferente de, por exemplo, haver um “crash” e a pessoa entrar em pânico e vender tudo, com medo de que desça mais ainda — isso é o pior que se pode fazer. Os mercados recuperam sempre, a não ser que aconteça algo apocalíptico, como uma guerra nuclear.)

      É por aqui que pretendo ir quando, daqui a uns meses, eliminar totalmente as dívidas de cartões de crédito, e, naturalmente, penso partilhar os resultados (arredondadamente, claro) aqui. Posso, no entanto, usar quantias proporcionalmente bem mais pequenas para fazer uma ou outra experiência… vamos a ver.

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