A pé para o trabalho: Como foi, e porque não devo tornar isto regular

Ursos! Ursos por todo o lado!

🙂

OK, agora mais a sério: cheguei há pouco (não, não me atrasei 2 horas por causa disto; tenho um horário variável e cheguei quase à hora que previa).

Segundo a pulseira (uma Mi Band 2, para os curiosos):

  • Distância: 5.49 km (bem mais que os 4.5 km que o Google Maps dizia)
  • Tempo: 1h04m
  • Velocidade média: 5.13 km/h
  • Passos: 7028

Claro que cheguei ofegante, a suar, e cheio de calor; não estou mesmo habituado este ritmo. Mas até me sinto bem, neste momento.

Mas não penso, afinal, tornar isto regular, e os prós e contras que vou listar a seguir devem tornar claro o porquê:

Prós:
  1. poupança de gasolina;
  2. exercício físico (5.5 km de caminhada para cada lado!);
  3. sol (mais uns dias disto e “bronzeava-me”) e “natureza”;
  4. sabe bem auto-desafiarmo-nos e estarmos à altura. 🙂
Contras:
  1. não dá mesmo para cortar caminho (e é mais 1 km do que o Google Maps dizia)
  2. uma hora ainda é um bocado de tempo, em comparação com 15 minutos;
  3. época de alergias (vim o caminho todo cada vez mais “ranhoso”); 🙁
  4. passa ao pé de um riacho, e nessa parte é só mini-insectos no ar;
  5. é um caminho mais “rural” e cheio de estradas apertadas e sem berma, passando depois por várias rotundas grandes e sem passadeiras, por isso requer atenção constante e audição desimpedida — ou seja, não me parece viável ir a ouvir audiobooks ou podcasts. Uma hora (para cada lado) só a ter atenção aos carros é um bocado aborrecido;
  6. várias subidas bem íngremes (e descidas também, que se tornarão subidas no caminho inverso);
  7. ursos! 🙂

A parte da atenção constante é, para mim, o “deal breaker” — por não poder ir a ouvir livros ou podcasts, em vez de a hora passar num instante sente-se cada minuto dela. Portanto, a minha decisão para já é: não vou tornar isto regular (como os 3 dias por semana que tinha pensado), mas posso voltar a fazer isto uma vez ou outra, quando me sentir mais “aventureiro”. Vamos ver.

Entretanto, como pelos vistos ainda não fui suficientemente masoquista, decidi que hoje, para voltar para casa, não volto por onde vim: vou pelo trajecto que faço de carro, o que, segundo o Google Maps, é um quilómetro a mais, e as subidas e descidas (que estou habituado a fazer de carro) são ainda piores. A única parte boa é que são estradas mais largas e que devem exigir menos atenção, pelo que talvez dê para ir a ouvir alguma coisa. Vamos ver. Por via das dúvidas, editarei este post quando chegar a casa, logo, só para dizer que estou vivo. 🙂

EDIT: e já estou em casa! Relatório do regresso:

  • Distância: 5.55 km
  • Tempo: 1h11m
  • Velocidade média: 4.68 km/h
  • Passos: 7472

Tenho quase 20.000 passos na pulseira, hoje. A ver se amanhã consigo sair da cama… 🙂

2 comentários em “A pé para o trabalho: Como foi, e porque não devo tornar isto regular”

Deixar uma resposta